18 de janeiro de 2008

Telefonia no Brasil: crescimento e problemas

Nesta semana, a notícia de que a telefonia móvel no Brasil registrou um crescimento substancial ganhou destaque em diversos sites (alguns exemplos: aqui, aqui, aqui e aqui). Além disso, também tem sido amplamente noticiada a fusão entre a Brasil Telecom e a Oi (ver aqui, aqui, aqui e aqui).

Assim, temos o forte crescimento do número de clientes por um lado, e, por outro, a movimentação das empresas - um dos argumentos utilizados para justificar a fusão da Oi com a Brasil Telecom seria a necessidade de ganhar escala para competir, inclusive com operadoras estrangeiras.

O primeiro problema: a lei brasileira precisaria ser alterada para permitir a fusão da Brasil Telecom e da Oi.
Alguns argumentam que a modificação da legislação permitira a cartelização da telefonia - e, neste sentido, cabe lembrar que a privatização do Sistema Telebrás aconteceu justamente para quebrar o monopólio então vigente.
Há, claro, algumas complicações (como a presença do Citigroup na composição acionária, como explicado aqui) políticas, econômicas e afins.

Mas nesta discussão toda, como fica o CLIENTE ?
Seria melhor a união entre as duas empresas para oferecer melhores serviços ao cliente ? Será que o custo da telefonia, para o usuário final, vai cair ?
O setor bancário também passou por um forte período de ajustes, com fusões, aquisições e afins - e as tarifas bancárias explodiram, os serviços permanecem precários.....

Ninguém está discutindo isso......
POR QUÊ ?

O blog da Maria Inês Dolci (SEMPRE uma leitura obrigatória, aqui) trata de um ponto que não pode ser deixado de lado, que transcrevo abaixo (postagem do dia 15/01/2008):
O relatório da ouvidoria da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), mostrando a ineficiência da Agência, só comprova o que nós consumidores constatamos no dia-a-dia. Como é o caso da internet banda larga, em que a falta de concorrência nos leva a pagar preços elevados para serviços ineficientes, com velocidades limitadas, apesar de a tecnologia ainda atingir pequena parcela da população brasileira.E da telefonia fixa, em que continuamos não tendo como trocar de operadora, mesmo pagando caro pela assinatura básica. É o consumidor sem saída.

Isso serve para ilustrar o seguinte: é inegável que o custo da telefonia (tanto fixa quanto móvel) no Brasil caiu desde a privatização. É inegável, da mesma forma, que o acesso aos serviços foi ampliado (como exemplo, hoje pode-se comprar um celular ou um telefone fixo por telefone, e receber em casa no dia seguinte, ou mesmo passar numa loja e já sair falando ao celular), e houve disponibilização de novos serviços além daqueles que chegaram como "novidades" logo no início da telefonia móvel - como o identificador de chamadas, por exemplo.

Mas será que abrir a brecha legal para fusões e aquisições não acabará minando o pouco poder do consumidor ?
As agências reguladoras, infelizmente, tiveram seu papel reduzido a cabide de empregos do petistas incompetentes e demais bajuladores dos boçais do lullismo - então, elas não conseguem fazer aquilo que deveriam fazer, quando foram idealizadas (no mesmo momento da privatização).

Aparentemente, ao que indicam as notícias, o executivo federal está apoiando a fusão - com o argumento de criar uma empresa brasileira forte para concorrer com as estrangeiras. É um argumento xenófobo e burro (além de questionável, como demonstrado aqui), mas é uma possibilidade real.

E o consumidor ?
Não foi ouvido, não tem força nenhuma na discussão.

16 de janeiro de 2008

Marketing e Web: idéias para 2008

Uma curtinha: recomendo a leitura do MarketingSherpa´s Marketing Wisdom for 2008 (aqui), que traz opiniões, análises e idéias sobre os mais variados assuntos, com a linha-mestra voltada a Marketing e Web.

Leitura interessante (e útil) para planejar o que fazer em 2008.....

14 de janeiro de 2008

ECOS DO MODISMO

E não é que a "campanha anti-modismo imbecilizante no marketing" já me trouxe alguns momentos de diversão no final de semana ?!
Na sexta-feira recebi um e-mail sem pé nem cabeça:









Respondi muito mais por desencargo de consciência - afinal, o bloqueio anti-spam do Gmail é excelente; então, se passou por ele, possivelmente tratar-se-ia de uma mensagem "legítima", e não SPAM.

Somente fui informado sobre o remetente e sobre o assunto no dia seguinte, com um outro e-mail que indicava um link.
Segui o link, e foi divertido.
Foi divertido ler uma série de bobagens concatenadas de forma serial......

Paulo Rubini identifica-se como "consultor de marketing não arrogante". Com base nos seus textos (tanto o do e-mail quanto o do blog), é fácil identificar-lhe outros adjetivos além do não-arrogante.....
A redação excessivamente rebuscada, via de regra, é utilizada para tentar atribuir ao texto (e, conseqüentemente, ao seu autor) uma erudição que ele não tem - se tivesse, não cometeria erros primários, tanto de escrita como de interpretação que vez ou outra resvalam no analfabetismo funcional. Um texto mais claro e objetivo surtiria efeitos muito melhores - ou, neste caso, menos piores.
O primeiro equívoco (de uma série deles) diz respeito à contraposição entre as palavras "diferença" e "particularidade" - retomarei este ponto mais adiante.

Do jeito que está escrito o início do post no blog do "consultor de marketing não arrogante", me foram atribuídas características como soberba, arrogância e megalomania (afinal, aonde eu me qualifiquei como "academy master of universe"??? Criação do "consultor não arrogante", não minha !), entre outras.
Para não me alongar desnecessariamente neste ponto - coisa que poderia ser interpretada como algum tipo de ataque "pessoal" ao Paulo Rubini, o que NÃO é - , basta destacar que o ilustre "consultor não arrogante" não sabe a diferença entre "condecoração" e "titulação".
Se soubesse, não tentaria ironizar a breve apresentação (ou "mini-currículo") que disponibilizo aqui no meu blog. Se ele soubesse a diferença, não tentaria atribuir ao "currículo" a falsa tentativa, da minha parte, de tentar demonstrar algum tipo de superioridade ou coisa que o valha. Não é o caso. A finalidade do mini-currículo é apenas "apresentar-me" àqueles que estão acessando o meu blog pela primeira vez. Se deixasse a cólera de lado e tivesse mais experiência (e conhecimento dos fatos), o "consultor não arrogante" saberia que revistas, jornais e diversos meios (inclusive eletrônicos) têm este hábito de apresentar o mini-currículo dos autores - inclusive para que os leitores destas publicações saibam quem é e o que faz a pessoa que escreveu um determinado texto. Se o "consultor não arrogante" sabe disso e mesmo assim ironizou as "condecorações", foi só uma outra tentativa de fugir do debate dos argumentos e "fazer gracinhas".
Aliás, dá até medo começar a argumentar com uma pessoa que, propositadamente ou não, confunde "titulação" com "condecoração".... Medo de ouvir e/ou ler muita besteira....

E o medo se confirma mais adiante.
Então, vamos tratar sobre o "marketing de qualquer coisa", propriamente dito.
Vou começar pelos argumentos (se é que podemos classificá-los como tal) do "consultor não arrogante":



1) A revolta do Master da blobagem se deu por não aceitar expertise dentro do marketing. Para ele tudo é marketing. Claro. Todo médico estudou medicina, mas eu não operaria meu coração com um ortopedista. E você?
Esse é o primeiro argumento do "consultor não arrogante" ?! Fraquinho desse jeito ?!
Pior: nem ao menos é original !!!!! O mesmo artifício de comparar o marketing (e suas supostas "divisões" ou "especializações") à medicina foi utilizado num fórum de discussão do Orkut, aqui. O "consultor não arrogante" apenas copiou lá do Orkut, mas esqueceu de argumentar.
A metáfora da medicina (ainda bem que não foi uma metáfora de futebol, tão em voga nas sempre cretinas palavras do Lulla) não se sustenta por uma razão simples: há diferentes especialidades na medicina porque cada uma delas requer um conjunto de conhecimentos, procedimentos, ferramentas etc. No caso do marketing, o mesmo não é verdade: segmentação, posicionamento, 4Ps e todo o resto (que se encontra facilmente em qualquer bom livro de Marketing) vale para bancos, para indústrias, para comércio, para quaisquer serviços. O conjunto de procedimentos que um cardiologista utiliza é diferente do conjunto de procedimentos (e conhecimentos) de um ortopedista - neste caso, pois, justifica-se a especialização pela necessidade de deter um conjunto de conhecimentos específicos, que são DIFERENTES do conjunto de conhecimentos requeridos noutra especialidade (ortopedia, neurologia etc).
O profissional de marketing que trabalha no (ou presta serviços para) comércio não utiliza as mesmas técnicas, ferramentas e conhecimentos quando vai trabalhar numa indústria ? E se este profissional for contratado por um banco, vai abandonar a segmentação, as estratégias de precificação, de comunicação etc ? A Matriz BCG vale exclusivamente para empresas do setor industrial ? A Matriz GE é proibida de ser aplicada a uma empresa de serviços ?!
Claro que não !!!!!!!!
Portanto, não há DIFERENÇAS entre o marketing aplicado a um banco e o marketing aplicado a uma indústria; há, apenas e tão somente, particularidades de cada setor que o profisional de marketing deve conhecer para conseguir utilizar as mesmas ferramentas, as mesmas estratégias.
Nem vou prolongar isso, pois lá na comunidade do Orkut já foi discutido. Destaco as observações do "Israel", logo na primeira página do tópico. Finalmente, fica a recomendação: esta comunidade do Orkut consegue, a despeito de muito lixo que o Orkut traz, reunir discussões excelentes. Vale acompanhar - desde que, diferentemente do que fez o ilustre "consultor não arrogante", sejam apresentados argumentos. Ele deixou de fazê-lo no fórum de discussões, e preferiu ter um "xilique" no seu blog.....


Isto me leva a outro trecho do blog do "consultor não arrogante":
2) O trecho acima denota tanta diferença quanto dizer que quando duas coisas são iguais é porque são muito parecidas. Ou particularidades não promovem diferenças?
Particularidades promovem diferenças ?!
Depende.
Pode ser que sim, pode ser que não.
Se uma pessoa tem uma particularidade, isto a torna, automaticamente, diferente ?! Um careca é diferente de uma pessoa com cabelos ? Depende......
Se um médico - seja cardiologista, seja ortopedista - for tratar um paciente careca, esta particularidade do paciente (a falta de cabelos) vai modificar o sistema respiratório do paciente ? Se o careca submeter-se a uma cirurgia cardíaca, o procedimento adotado pelo médico será diferente daquele que adotaria para um paciente com cabelos ?
A particularidade (falta de cabelo) não promoveu nenhuma diferença..... E agora ????



Vamos ao próximo:
3) Mas, Atualmente, o marketing é aplicável em quase todas as atividades humanas. Desempenha papel importante na integração das relações sociais e nas relações de trocas lucrativas e não lucrativas. Entre as modalidades mais conhecidas do marketing destacam-se: Marketing social, Marketing político, Marketing de serviços, Marketing agrícola, Marketing industrial, Marketing de serviços de saúde e Marketing de instituições que não visam ao lucro. Quem destacou estas modalidades foi Marcos Cobra (Professor titular de Marketing na EAESP-FGV. Doutor e mestre em Administração de Empresas pela EAESP-FGV) num livro de 1996 e que faz parte do meu TCC de MBA Marketing .
Vamos por partes.....
Eu nunca disse que o marketing não fosse aplicável a virtualmente todas as atividades humanas - mas daí a haver a necessidade de mudar o nome para cada uma das atividades ?!
Marketing social, político, pessoal, bancário, animal, vegetal, médico, ortopédico, marketing informático, marketing jurídico, marketing de empresas de TV por assinatura, marketing de empresas de assistência técnica de TV e rádio, marketing de funerárias, marketing de empresas da construção civil, marketing educacional de instituições brasileiras de ensino superior localizadas na região Nordeste, marketing de bláblábláblá.......
Será que não fica óbvio que isso é uma bobagem ?!
O que difere o marketing político do marketing pessoal ? O fato de um ser aplicado a um político e o segundo a uma pessoa ?! Mas o político não é, afinal, uma pessoa ?
O que difere o marketing bancário do marketing de uma empresa de saúde complementar ? NADA ! Tanto uma empresa de saúde complementar quanto um banco têm funções de marketing, mas não recorrem a "teorias diferentes", ou "ferramentas diferentes", ou "conhecimentos diferentes". Bancos, indústrias, comércio ou qualquer outro ramo utilizam os mesmos conhecimentos do marketing - cada qual, obviamente, com objetivos e circunstâncias particulares, mas não por isso demandantes de técnicas diferentes !

Como se não bastasse, ao final de sua afirmação, o "consultor não arrogante" recorre às "condecorações" (o termo foi dele!) do Prof. Marcos Cobra. Dois pesos e duas medidas: se a minha titulação, antes, foi o respaldo que ele encontrou para ironizar, por que, então, recorreu à titulação do Prof. Marcos Cobra ? Nenhuma ironia ? A condecoração vale para mim, e mais ninguém ?

Então fica mais fácil dizer "olha, o Prof. Marcos Cobra diz que existe isso, então eu acredito e ponto final" do que argumentar ?
Cadê o senso crítico ???????
O "consultor não arrogante", além de ser "não arrogante", é também "não pensante" ?
Prefere apoiar-se na afirmação de uma pessoa (e não estou julgando ou questionando quem seja esta pessoa) e utilizá-la como "muleta" para sua falta de argumentos ?

Não obstante, a afirmação seguinte dá um desfecho fantástico: "O artigo abaixo esclarece muito bem o meu ponto de vista acerca da necessidade de nominação à expertise dentro do marketing. Perca um tempinho para lê-lo e deixe seu comentário".
Ora, se eu quiser tecer algum comentário em relação ao texto do Rafael Villas Bôas, por que não comentar DIRETAMENTE COM O AUTOR ?
Inclusive, uma informação útil ao ilustre "consultor não arrogante": geralmente os mini-currículos trazem, além das titulações e atividades profissionais relevantes do autor, uma forma de contato - mais recentemente, por razões óbvias, o e-mail é a mais utilizada. Há algum tempo, contudo, era mais comum o endereço para correspondência.
Aliás, SURPRESA: o texto do Rafael Villas Bôas traz, ao final, suas "condecorações", e e-mail para contato......Voilà !!!!!

Será que precisa desenhar, ou já ficou claro para que serve o meu mini-currículo, aqui no blog ?!

Finalmente, cabe ressaltar: o "consultor não arrogante" Paulo Rubini cita o seu TCC do MBA Marketing.
Minha primeira dúvida: esta citação, per se, não seria indicativa de uma certa dose de arrogância ?
Minha segunda dúvida: será que o foco do TCC do MBA Marketing do "consultor não arrogante" era justamente esta profusão de nomenclaturas do Marketing ? Imaginei que TALVEZ em seu TCC, ele teria feito uma extensa e aprofundada pesquisa sobre o tema.
Não, não é o caso também.
O Trabalho de Conclusão de Curso da especialização em Marketing do "consultor não arrogante" trata do comportamento do consumidor de serviços bancários em banco público.
Ao longo de uma EXTENSA pesquisa nas teorias, o "consultor não arrogante" arrolou incríveis 15 referências bibliográficas.
Puxa, 15 !!!!!!! Tudo isso ?????
Imagino o trabalho árduo que tenha sido pesquisar em 15 referências !!!!!!

[Um aparte: será que poderia ser vista como arrogência minha uma rápida menção às 102 referências bibliográficas que usei no meu TCC da graduação ? Bom, se isto for tido como arrogância, as 350 referências bibliográficas da minha dissertação de mestrado ficarão parecendo o cúmulo da arrogância, né ?!]


Ah, neste total de INCRÍVEIS 15 referências bibliográficas pesquisadas estão inclusas consultas à Wikipedia, a alguns sites......fontes notoriamente não indicadas para trabalhos acadêmico-científicos, devido à sua falta de confiabilidade, dado que virtualmente qualquer pessoa pode publicar qualquer bobagem na internet atualmente.
Um dos objetivos de um trabalho como uma monografia é proceder a uma revisão da literatura, ou seja, pesquisar as teorias que já foram publicadas sobre um determinado tema (para maiores detalhes, qualquer livro de metodologia serve, pois eu não vou desviar o foco).

Aliás, que coincidência engraçada ou curiosa: a primeira referência bibliográfica da extensa e aprofundada pesquisa do Sr. Paulo Rubini indica o site Portal do Marketing - que tem artigos meus publicados, desde 2003 ou 2004 (não lembro ao certo).

Isso significa que o "consultor não arrogante" correu o sério risco, ao recorrer ao Portal do Marketing, de utilizar algum artigo meu !!!!!!

Por isso eu digo: é ou não é engraçado ???????
Asseguro: eu me diverti MUITO !

PS - Retomarei este assunto, obviamente, pois tenho interesse nele. E, da mesma forma, tenho interesse em debate democrático de idéias - como explicitado no sub-título do blog. Assim, qualquer comentário, contribuição, crítica, elogio etc sempre são bem-vindos. Dou preferência, por razões óbvias, àqueles que tenham algum grau de argumentação.....se incluírem fontes de referências sérias, confiáveis, bem pesquisadas, melhor ainda ! As discussões serão postadas com o marcador da "campanha anti-modismo imbecilizante no marketing" (vide menu à esquerda no blog), para facilitar a localização.

13 de janeiro de 2008

Clássicos são sempre bem-vindos

Clássicos são sempre bem-vindos a este blog !
Tanto os conceitos clássicos de Marketing, que ainda não foram substituídos por nenhuma proposta melhor, quanto ao clássicos da música - especialmente do Rock !
Quanto ao Rock.....Bom, este "velhinho" dá banho em muito garotinho - em TODOS os sentidos:


Chuck Berry.
Este aí, SEM DÚVIDA, faz juz ao adjetivo "genial".

O mesmo não pode ser dito de muita coisa que chamam de "música" atualmente.....
Enfim, isto é para aproveitar o período de descanso do sabadão.
Aproveitar o princípio básico do Rock and Roll: just some fun !

10 de janeiro de 2008

Clipping

Dando seqüência à minha campanha anti-modismo imbecilizante no marketing (gostei dela!), atualizei um texto que já escrevera aqui no blog, e publiquei no (excelente) Portal Administradores. O link direto para o texto está aqui.
Neste artigo, expandi minha pesquisa sobre marketing pessoal para incluir publicações de algumas bases de dados (Ebsco, ProQuest etc), nas quais consigo acessar publicações internacionais de grande relevância. Bom, não vou adiantar o resultado final para não estragar a surpresa......

Além disso, também consegui concluir um texto que comecei há "sei-lá-quanto-tempo" atrás.... Está aqui. Trata da utilização de recursos de comunicação massificada aliados ao relacionamento mais próximo com o cliente. Vou dar continuidade para o texto (espero que logo!), e atualizo meus fiéis leitores oportunamente....